Design e Construção
O Zaal's 25-2 possui um casco robusto com uma quilha de aleta pouco profunda e um leme sobre skeg, cuja secção de quina arredondada é laminada em fibra de vidro maciça, sendo simples na construção mas descrita por um antigo editor da Yachting Monthly como bem construído e bonito. O lastro de 950 kg situa-se numa configuração de quilha curta, face a um deslocamento apontado pelo estaleiro em 2,1 t e pela revista britânica em 2350 kg. Com 7,43 m de comprimento total (LOA) e 2,49 m de boca, é largo para o seu comprimento, e a linha de água de 6,10 m mantém a superfície molhada modesta em relação à massa. (1)
Aparelho e Manobrabilidade
O barco possui um aparelho sloop à testa do mastro moderado com 21,53 m² de área vélica, e os velejadores de teste da época consideraram-no leve e estável ao leme, além de ser um bom barco no mar. Essa estabilidade, combinada com o leme de pala pouco calado e o leme sobre skeg, tornava-o igualmente adequado como cruzeiro familiar para principiantes ou para regatas de travessia, segundo o mesmo analista. O motor auxiliar especificado é um Volvo Penta MD6 a diesel de 10 cv, suficiente para manter o rumo e entrar em porto nas condições de vento fraco onde a estabilidade do casco se revela vantajosa.
Acomodações
No interior, o 25-2 apresenta uma disposição com cinco beliches, uma única casa de banho a meia-nau e sem pilothouse, com um pé-direito de 1,85 m. A revista Yachting Monthly descreveu o interior como confortável e espaçoso, com bom pé-direito, uma cozinha prática e uma disposição de beliches que serve uma tripulação reduzida sem parecer apertado para um veleiro de 24 pés. O casco de quina arredondada e a boca de 8 pés e 3 polegadas dão ao salão e aos beliches de popa um espaço que o comprimento por si só não sugeria.
O Veredicto
O Contest 25-2 é um veleiro de cruzeiro-regata compacto da Zaal com uma quilha de aleta robusta, um leme tolerante e um interior espaçoso com cinco beliches que supera as expectativas para o seu comprimento de 24 pés. É um candidato sensato para um clássico usado por uma primeira família em cruzeiro ou por um velejador de regatas de clube que procura um sloop holandês simples e sólido de meados da década de 1970.
Prós
- Casco de fibra de vidro maciça bem construído e elegante, com leme sobre skeg e quilha de aleta pouco profunda
- Leme leve e estável, reconhecido como um bom barco de mar
- Interior espaçoso com cinco beliches, 1,85 m de pé-direito e cozinha prática
- Adequado tanto para principiantes como para regatas de travessia
Contras
- A curta produção (1974–1980) limita o tamanho da frota a 113 cascos
- O modesto motor auxiliar de 10 cv e a área vélica de 21,5 m² são mais adequados para cruzeiros com ventos fracos do que para velocidade com mau tempo








